
Diz-se que no desporto não interessa perder ou ganhar,interessa é participar!E que deve haver fairplay acima de tudo!Pura verdade,bonito de se dizer,mas para quem perde,no calor do momento entra a 10 e sai a 1000. Mentira?É uma das verdades incontestáveis, próprias da natureza humana:ninguém gosta de perder.Ninguém.Mas explicando,antes que se exija da lembrança exemplos que contrariem o que acabei de dizer(o que duvido que encontrem,mas bom.):não gosta de perder quem entra para ganhar,certo?É claro que quando se entra "na desportiva",só "pelo gosto de correr"(vejam como o português pode ser irónico!),está tudo bem,não é?Pois sim....
O episódio Scolari não é novidade nenhuma.É só mudar o nome ao protagonista original da dita música que imortalizou Zidane e encontramos um "João Pinto il a tapé o arbitro no Mundial"ou "Pereirinha(jogador da selecção sub-21) il a presque tapé o arbrito,mas ficou-se pelo furto do cartão vermelho",para não ir mais longe.É ao gosto do ouvinte.
Vendo bem,tirando a política,haverá circunstâncias mais favoráveis a este tipo de conflito do que as que envolvem o desporto,e concretamente o futebol?Como disse,só mesmo a política.Só não assitimos a um deathmatch entre Mário Soares e uma série de ansiosos adversários porque os 80 já não perdoam.Assim sendo,e não querendo desculpar a atitude do selecciondor,é preciso ter em conta a realidade.É pura matemática:Jogo importante+má arbitragem+necessidade de ganhar+pressão psicológica exterior+aparente má conduta do jogador sérvio+golo em tempo de compensação=murraça de punho estendido á cara do sérvio.
E com isto se chega á brilhante conclusão que o bom perdedor não é aquele que aceita a derrota de cara levantada e sai da competição com espírito de continuar a ir á luta,mas sim aquele que tendo naturalmente ganas de "esmurrar"o adversário tem o bom senso de o fazer nos balneários e não á frente de milhões de pessoas.
O episódio Scolari não é novidade nenhuma.É só mudar o nome ao protagonista original da dita música que imortalizou Zidane e encontramos um "João Pinto il a tapé o arbitro no Mundial"ou "Pereirinha(jogador da selecção sub-21) il a presque tapé o arbrito,mas ficou-se pelo furto do cartão vermelho",para não ir mais longe.É ao gosto do ouvinte.
Vendo bem,tirando a política,haverá circunstâncias mais favoráveis a este tipo de conflito do que as que envolvem o desporto,e concretamente o futebol?Como disse,só mesmo a política.Só não assitimos a um deathmatch entre Mário Soares e uma série de ansiosos adversários porque os 80 já não perdoam.Assim sendo,e não querendo desculpar a atitude do selecciondor,é preciso ter em conta a realidade.É pura matemática:Jogo importante+má arbitragem+necessidade de ganhar+pressão psicológica exterior+aparente má conduta do jogador sérvio+golo em tempo de compensação=murraça de punho estendido á cara do sérvio.
E com isto se chega á brilhante conclusão que o bom perdedor não é aquele que aceita a derrota de cara levantada e sai da competição com espírito de continuar a ir á luta,mas sim aquele que tendo naturalmente ganas de "esmurrar"o adversário tem o bom senso de o fazer nos balneários e não á frente de milhões de pessoas.
1 comentário:
que evento entusiasmante eu perdi nestes dias de paródia total!!o "Sinhôri Ischcólhári" em plena perda de controlo!...será que vão voltar a passar na tv??
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