Hoje o dia passou rápido. Tive a aula às 13h30, correu muito bem. O edifício é enorme e cheio de malta simpática. Ah! e o café tipo expresso é óptimo, não preciso de acrescentar açúcar sequer. Delicious. Troquei umas ideias interessantes com uma espanhola e um iraniano e atrasámo-nos no curto intervalo da aula. Às 16h30, acabada a sessão, atirei-me para a Boulevard Raspail de mapa na mão (bem rapidamente e sem nunca revelar o tamanho todo do mapa para não dar um ar de turista ingénua) e pus-me a andar. Andei, andei, andei. Perdi-me, voltei atrás, andei mais e voltei a rever St Germain des Près, percorri-a quase até ao fim ( a meio parei numa boulangerie e comprei um croissant simples, sem nada. Meu Deus, quem é que precisa de preencher um pedaço do Céu como aquele?! Lá está, ingénua). Às tantas fui dar à Notre Dame (sim, planeado), e entrei, claro. Sumptuosa! Adjectivo que nunca pensei atribuir a uma Igreja. Mas desta vez fez sentido. Enorme, vitrais lindos! mas no fundo de toda a energia para absorver a obra que é a Catedral em questão, não pude deixar de a comparar com os Jerónimos. (Ingénua outra vez talvez). São obras diferentes, mas para mim, os Jerónimos são fabulosos. Não em sumptuosidade, mas na própria personalidade do estilo Manuelino...o trabalho de trabalhar a pedra, diga-se o mármore cru, à mão. E esculpir, esculpir. Conheço tão bem os Jerónimos das idas semanais à Missa desde que vivo no bairro ao lado, que se torna difícil deixar de comparar. Dito isto, e sem fazer qualquer comparação, achei a Catedral sublime! (Agora resta imaginar o que considero dos Jerónimos. Again, nenhuma comparação. Hmm hmm.)
Daí voltei a andar e percorri as pontes, vi a ponte do Quai Malaquais com os cadeados românticos e achei um piadão... (quantos obsessivo-compulsivos não serão responsáveis por imensos cadeados para maior sorte ao amor:" 1 cadeado é pouco, vou mas é comprar 7, numero ímpar, e aumento as hipóteses de ficar com o mesmo tipo até ao fim"). Espreitei o Louvre da margem direita e prossegui caminho, de volta a St Germain e, daí, à Rue de Rennes, onde apanhei o metro para casa. Cheguei às 21h a casa.
Muito se anda nesta bela cidade! Estou a adorar!!
Daí voltei a andar e percorri as pontes, vi a ponte do Quai Malaquais com os cadeados românticos e achei um piadão... (quantos obsessivo-compulsivos não serão responsáveis por imensos cadeados para maior sorte ao amor:" 1 cadeado é pouco, vou mas é comprar 7, numero ímpar, e aumento as hipóteses de ficar com o mesmo tipo até ao fim"). Espreitei o Louvre da margem direita e prossegui caminho, de volta a St Germain e, daí, à Rue de Rennes, onde apanhei o metro para casa. Cheguei às 21h a casa.
Muito se anda nesta bela cidade! Estou a adorar!!
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